Psicopedagogia clínica Jabaquara, São Paulo

Toda criança aprende. O que muda é o caminho até lá.

Avaliação e intervenção psicopedagógica para crianças e adolescentes que não estão acompanhando a escola. Da educação infantil ao ensino médio, com orientação para a família e para a escola.

  • Pedagoga hospitalar Hospital São Paulo · HSP/UNIFESP, desde 2023
  • Pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional
  • Especialista em Educação Especial Faculdade Líbano
Cristiane Rosa, psicopedagoga, em pé e sorrindo, de blazer salmão sobre blusa branca, com plantas ao fundo.
Compreender para aprender. Cristiane Rosa · Pedagoga e Psicopedagoga

Quando procurar

Você provavelmente já disse alguma dessas frases.

São as falas que mais escuto na primeira conversa. Em geral elas não apontam para falta de esforço, e sim para algum ponto específico em que o aprendizado travou. Esse ponto pode ser identificado.

“Ele é inteligente, mas não vai bem na escola.”
Potencial preservado com desempenho abaixo do esperado é exatamente o quadro que a avaliação psicopedagógica existe para investigar. Dificuldade ou transtorno?
“Estuda a semana inteira e na prova esquece tudo.”
Costuma indicar estratégias de estudo que não conversam com o jeito dele de memorizar. Estudar é uma habilidade. E se ensina. Por que o estudo não fixa
“Ela lê, mas não entende o que leu.”
Decodificar e compreender são habilidades diferentes. Uma pode ir bem enquanto a outra trava, e isso passa despercebido por anos. Ler sem compreender
“A lição de casa vira briga todo dia.”
Quando a tarefa custa caro demais, a resistência é defesa, não preguiça. O comportamento é sintoma, não a causa. O que fazer antes de brigar
“Troca letras, escreve espelhado, a letra é ilegível.”
Sinais que pedem investigação da relação da criança com a escrita, antes que virem rótulo. Isso é dislexia?
“A escola pediu um laudo.”
A avaliação psicopedagógica mapeia como seu(a) filho(a) aprende, produz um relatório que a escola entende e indica os encaminhamentos necessários. O que a lei garante
“Ele já diz que é burro.”
Quando a criança passa a explicar o próprio fracasso, a autoestima virou parte do problema. E por isso passa a fazer parte do tratamento. Quando a autoestima entra

Se reconheceu sua casa em duas ou mais dessas frases, vale investigar. Começar por uma conversa

Quem vai atender

Sobre mim

Do hospital para o consultório

Sou Cristiane Rosa, pedagoga e psicopedagoga clínica e institucional. Desde 2023 atuo como pedagoga hospitalar no Hospital São Paulo (HSP/UNIFESP), acompanhando crianças e adolescentes internados: adapto atividades às condições clínicas de cada um, sustento a continuidade escolar durante a internação e ajudo a preservar o vínculo deles com a aprendizagem quando tudo ao redor está difícil.

Foi ali que ficou claro para mim que uma criança continua aprendendo mesmo quando a rota habitual não serve para ela. É esse o trabalho no consultório: encontrar a rota que serve para aquela criança.

No hospital eu também aprendi a trabalhar em equipe multidisciplinar, ao lado de médicos, terapeutas e da própria família. É assim que conduzo cada caso aqui: alinhada com quem já acompanha seu(a) filho(a).

Agora abro meu consultório no Jabaquara para atender crianças, adolescentes e famílias que precisam entender o que está acontecendo com a aprendizagem e, principalmente, o que fazer a respeito.

Compreender para aprender.

o lema do consultório
Retrato aproximado de Cristiane Rosa.

Formação e atuação

  • desde 2023 Pedagoga hospitalar Hospital São Paulo · HSP/UNIFESP · atuação em curso
  • 2025 Método PAP · Prática do Atendimento Psicopedagógico Pitágoras Unopar
  • 2025 Especialização em Educação Especial Faculdade Líbano · lato sensu
  • 2024 Pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional Faculdade Líbano · lato sensu
  • 2021 Ludicidade na Infância: jogos e brincadeiras como recursos de aprendizagem Claretiano · Centro Universitário
  • 2020 Pedagogia · Licenciatura Centro Universitário Paulistano

O percurso

Como funciona a avaliação

São quatro etapas, e a ordem importa: cada uma trabalha em cima do que a anterior levantou. Na prática, cerca de dois meses entre o primeiro contato e o relatório em mãos.

  1. Anamnese

    1 encontro · só com os responsáveis

    Uma conversa sem a criança presente. História do desenvolvimento, trajetória escolar, rotina de casa, o que já foi tentado e o que mais preocupa vocês. É aqui que a investigação ganha direção.

  2. Avaliação psicopedagógica

    6 a 8 encontros semanais · com a criança

    Jogos, provas operatórias, leitura, escrita, cálculo, atenção e observação clínica. O objetivo não é medir o que ela ainda não sabe: é descobrir como ela aprende, onde o processo trava e o que já funciona e pode ser usado a favor dela.

  3. Devolutiva

    1 encontro · família · relatório por escrito

    Explico o que encontrei em português claro e entrego um relatório: o que explica a dificuldade, o que fazer na escola, o que mudar em casa e qual é o plano de intervenção. Se os achados indicarem, encaminho para neuropediatra, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional ou psicólogo.

  4. Intervenção

    sessões semanais · objetivos revisados a cada ciclo

    Atendimento individual com metas definidas, não atividades soltas. Trabalho em parceria com a escola e com vocês, porque o que acontece na escola e em casa pesa tanto quanto a sessão semanal. Reavalio o plano periodicamente para que ele acompanhe o progresso dela.

Serviços

O que ofereço no consultório.

Atendimento presencial no Jabaquara, com hora marcada. Orientação a famílias e escolas também pode ser feita on-line.

Avaliação psicopedagógica

Investigação clínica completa de como a criança ou o adolescente aprende: leitura, escrita, raciocínio lógico-matemático, atenção, memória, organização e vínculo com o estudar.

  • Anamnese com a família
  • 6 a 8 sessões de investigação
  • Devolutiva e relatório por escrito
  • Encaminhamentos, quando necessários

Indicada quando a escola sinalizou, as notas caíram ou a dificuldade já dura mais de um semestre.

Intervenção psicopedagógica

Atendimento individual semanal, com plano de trabalho construído a partir da avaliação. Trabalho o que trava e, junto, a confiança da criança em conseguir.

  • Sessões semanais de 50 minutos
  • Objetivos claros e revisados por ciclo
  • Recursos lúdicos e materiais adaptados
  • Parceria com a escola e com a família

Indicada quando já existe uma avaliação (minha ou de outro profissional) apontando o caminho.

Orientação a famílias e escolas

Encontros de orientação para quem convive com a criança todos os dias: pais, cuidadores, professores e coordenação pedagógica.

  • Rotina de estudos que a criança consegue cumprir
  • Como apoiar sem virar professor particular
  • Adaptações e estratégias em sala de aula
  • Presencial ou on-line

Indicada quando a dúvida é o que fazer no dia a dia, em casa ou na sala de aula.

Dúvidas

As dúvidas que mais aparecem

Se a sua não estiver aqui, é só me mandar uma mensagem.

Psicopedagoga dá diagnóstico?

Não emito diagnóstico médico. Dislexia, TDAH e quadros semelhantes são fechados por médico ou por equipe multiprofissional. O que eu produzo é a avaliação psicopedagógica: um mapa de como seu(a) filho(a) aprende, de onde o processo está travando e de qual intervenção ele precisa. Quando os achados apontam nessa direção, encaminho para o profissional certo e sigo acompanhando o caso junto com ele. Leia mais sobre a diferença entre dificuldade e transtorno

Qual a diferença entre psicopedagoga, psicóloga e fonoaudióloga?

A psicóloga cuida do funcionamento emocional. A fonoaudióloga cuida da linguagem, da fala e da audição. A psicopedagoga cuida da aprendizagem: como a criança lê, escreve, calcula, presta atenção, se organiza e se relaciona com o ato de estudar. É comum os três atuarem juntos no mesmo caso, e é assim que funciona melhor. Leia mais sobre qual profissional procurar primeiro

Quanto tempo dura a avaliação?

Em média de seis a oito encontros semanais com a criança, mais a anamnese com vocês e a sessão de devolutiva. Na prática, cerca de dois meses entre o primeiro contato e o relatório em mãos. Leia mais sobre como é a primeira conversa

Preciso de encaminhamento da escola ou do pediatra?

Não. A família pode me procurar diretamente. Se a escola já sinalizou alguma dificuldade, traga os relatórios e os cadernos do ano: esse material adianta bastante a investigação. Leia mais sobre o que levar no primeiro encontro

A partir de que idade você atende?

Da educação infantil ao ensino médio. Também atendo adultos que retomaram os estudos ou que se preparam para concursos e vestibular.

Você conversa com a escola do meu(minha) filho(a)?

Sim, sempre com autorização da família. A parceria com a escola costuma ser o que faz a intervenção andar mais rápido, porque alinha o que acontece no consultório com o que acontece na sala de aula. Leia mais sobre as adaptações que a escola pode fazer

Como funcionam valores e agendamento?

Os valores dependem do plano de trabalho, já que avaliação completa e intervenção têm formatos diferentes, e são combinados na nossa primeira conversa, sem compromisso. Emito recibo. O agendamento é feito direto comigo pelo WhatsApp.

Primeiro passo

Vamos começar pela conversa.

Me conte em poucas linhas o que está acontecendo com seu(a) filho(a). Eu respondo pessoalmente, e nessa primeira troca já dá para saber se uma avaliação faz sentido agora.

Atendimento com hora marcada · resposta em até 1 dia útil

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